terça-feira, 14 de novembro de 2017

O que deveria ser um debate.

Aconteceu um causo na internet que me incentivou a fazer essa postagem de hoje. Um youtuber fez um vídeo mostrando que um grupo de pessoas estavam compartilhando um vídeo editado que fazia parecer que a pessoa estava defendendo uma coisa totalmente absurdo, mas se fosse visto no original não era nada daquilo que ela queria dizer. Essa versão editada do vídeo era apenas compartilhava porque reforçava o ponto de vista que eles defendiam e quem eles deveriam combater e um dos que compartilharam o vídeo em vez de agradecer e mostrar que estava errado e se retratar com os seus seguidores ele ficou muito "pistola" com esse youtuber e levou isso como algo pessoa e um ataque contra aquilo que ele defendia. E para recuperar sua "honra" ele chamou esse youtuber para um debate "do tema que ele quisesse", como se o debate fosse um MMA ou briga de rua verbal.



Vendo essa situação, me preocupa como as pessoas querem estar certas e como elas defendem seu ponto de vista e a forma de ver o mundo que elas não vêem mais o debate apenas como uma troca de argumentos de pessoas que pensam divergentes sobre um assunto, mas como algo que se usa para mostrar como ele é superior intelectualmente ao outro naquele tema e ser o messias que trás o caminho certo para seus seguidores.

Um debate nunca foi sobre ser algo que as pessoas participam para ver quem sabe mais sobre um assunto, mas sim uma discussão de indivíduos que tem pontos diferentes daquele tema e expõem seus argumentos do porque tem aquela visão do assunto, seja com dados científicos, históricos ou pessoais. E descobrir que não estava totalmente inteirado no assunto é bom justamente porque permite você aprender mais sobre o tema debatido e reforçar ou reavaliar seu ponto de vista do assunto.

Caso o debate seja a solução de um problema que a pessoa apresenta, ter uma variedade maior de pontos de vista permite ao individuo ver todas os lados positivos e falhas que a solução que ela apresentou pode ter, permitindo que esta passe a repensar sua solução ou muda-la totalmente para trazer a melhor forma de resolver o problema.

No fim das contas, num debate quem está errado é quem acaba ganhando, pois isso permite que ela veja onde ela falhou e onde lhe faltou conhecimento para melhor desenvolver seu argumento, assim ela sabe como se preparar e tornar-se melhor naquilo que foi debatido.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Meu console chegou (ou pq não postei nada desde sexta-feira)

Depois de um tempo de espera, o meu Xbox finalmente chegou. Fazia tempo que não ficava tão ansioso para que algo chegasse logo. Mesmo o último smartphone que comprei não estava na empolgação para sua chegada (estava mais com medo dele não vir e perder 500 temers/golpes para os China pilantra ou extraviar nos Correios).



Bem esse final de semana foi mais para experimentar o console e aprender a fuçar seus recursos. Apanhei um pouco no começo mas agora depois de 3 dias ficou algo bem simples e prático. Não tive problemas para entender o menu e onde acessar os recursos do aparelho, como por exemplo usar os gifs cards que vieram no aparelho (Live 15 dias e o Forza Horizon 3), o que matou foi a espera dos downloads já que minha internet não é tão boa quanto uma de alguém da capital (download de menos de 5mb/s na média), bem pelo menos consegui baixar aquele TrackMania que estava dando na Live rápido, para ter pelo menos algo para jogar.

Achei que teria dificuldades em me acostumar com o controle na mão, mas o seu uso me pareceu mais natural do que o uso do controle do Playstation. Joguei e zerei o Uncharted 4 no console na casa de um primo em 3 domingos, e mesmo no fim a pegada no controle me incomodava um pouco e vivia me perdendo em onde apertar. No Xbox já consegui uma melhor pegada e naturalidade na movimentação dos dedos pelo controle, apesar que ainda me confundo com o RB/RT e LB/LT que a nomeclatura não é tão óbvia que L1/L2 e R1/R2 do controle da Sony.

Ainda estou apanhando para aprender a sensibilidade dos direcionais, principalmente nesses jogos de corrida que exigem boa sensibilidade no uso para fazer boas curvas e cuidado para não derrapar na pista. Quero ver mesmo quando eu pegar os principais FPS da plataforma se vou ter essa dificuldade de mirar e atirar usando o controle da Microsoft. No controle da Sony apanhei muito para pegar uma boa mira decente (pelo menos contra as AI do jogo do Uncharted), acho que só mais para o final do jogo que conseguir ter uma boa consistência nos momentos de ação.

Como falei antes não consegui baixar muitos jogos nesse período de final de semana para experimentar uma maior variedade de games, só foram jogos de corrida que deu para jogar e o começo do Killer Instinct (peguei o 0800 da loja que parece ser apenas o "Modo campanha" do jogo). O TrackMania foi o que fique mais jogando antes de baixar os outros jogos e achei ele bem divertido e viciante, principalmente seu sistema de ranking (regional e mundial) que sempre te atiça a querer melhorar seu tempo no percurso e a conquistar o tempo Ouro.

O Forza Horizon 3 só joguei o comecinho mesmo e nesse tempo fica me assustando com o sistema de GPS do jogo me chamando pelo nome (que tinha na lista pré-estabelecida na hora de configurar). Esqueço que esse tipo de coisa é possível nos tempos de hoje. Antes de jogar o Forza eu vi alguns gameplays e sempre achava estranho o sistema de "retroceder" que permite você voltar alguns segundos no tempo para refazer o recurso que estava fazendo (ou errando) pois achava uma trapaça embutida dentro do jogo. Mas as poucas corridas que joguei eu entendi o porque dele existir: é muito difícil pegar o tempo de freada e curva, mesmo com o marcador no chão tu dá umas boas erradas de tempo. E entendi que o modo single é mais uma forma de treinamento para quando for jogar no online contra outras pessoas. Depois que fizer boa parte dos desafios do TrackMania pretendo voltar para o Forza com mais foco.

O Killer Instinct, pelo pouco que li sofreu muitas modificações desde seu lançamento em 2014 junto do Xbox. Adotou o sistema Free to Play, mas para ter acesso a todos os personagens você tem que pagar. Acho justo de certa forma, sendo de graça aumenta a quantidade de jogadores e aqueles que gostarem certeza que irão pagar para ter a experiência completa. O "modo campanha" que estou jogando me parece que adotou aquele sistema de jogos de celular, onde você consegue jogar de graça, mas para ter algumas facilidades você pode comprar os pacotinhos com dinheiro real. Não sei o quanto esse modo é dependente da compra com dinheiro real para conseguir ir longe pois joguei bem pouco para ver até onde vai a dificuldade.



Bem, essas foram minhas breves experiencias com o console até o momento. Estou vendo que não posso depender apenas de baixar os jogos em casas, pois demora muito para baixar esses jogos de 50GB com a internet a manivela que tenho em casa. Acho que vou ter que comprar algumas mídias físicas para diminuir minha sofrência nessa área. Vou tentar me focar agora no TrackMania pois estou afim de fazer reviews do que for jogando no console e vai ser uma forma divertida de treinar mais minha redação contando as experiências que tive enquanto jogava.

No mais é isso.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Voltou a internet, foco na saúde.

Depois do "first world problem" que eu estava até ontem de tarde, finalmente de noite a internet estava normal. Só precisei configurar o roteador novo (é, fora o modem da provedora o meu modem foi pro saco também), a internet está agora funcionando lindo em casa.

Nesse tempo de noite em casa matei a vontade de ver algum conteúdo na internet e ao mesmo tempo estava conversando com os primos no "zapzap" e um deles, que entende bem de dieta e alimentação, estava de ajudando um outro primo meu (a família é grande gente) a melhorar sua dieta e dando dicas na academia resolveu me ajudar nesse caso também.

Realmente eu precisava de ajuda: Estou a quase 9 meses fazendo academia e evolui bem pouco no meu físico. A ideia inicial nem era ficar bombado ou nada do tipo, mas ter periodicidade nas atividades físicas que eu sempre deixei de lado. Nesse tempo não estava muito controlando o que comia e o quanto comia. Não estava prestando atenção na velocidade de movimento e na respiração enquanto fazia uma sessão de exercícios, de certa forma eu estava jogando dinheiro fora na academia.

Então este meu primo mais entendido de saúde resolveu me ajudar, pelo menos me dar um norte do que fazer de agora em diante. Ele vendo minhas avaliações percebeu que eu estava ganhando praticamente nada de massa magra, a minha vitória foi meio que perder um pouco de peso do que eu estava no começo. Mesmo com esse bom tempo de academia minha sessão de exercícios estava usando pesos muito baixo para quem realmente faz musculação.

Contando um pouco do que me alimento, percebi na mesma hora que eu estou consumindo muita massa e pouca proteína, o que dificulta no ganho de massa muscular (se eu estiver falando algo errado aqui nutricionistas, peço desculpas), e eu só estava basicamente colocando e tirando energia do corpo nesses exercícios de forma bem vazia.

Muitas das dietas ensinadas na TV e mesmo na internet é mais focada no público feminino ou apenas na contagem de calorias, sem se preocupar com o biotipo da pessoa e no balanço de vitaminas e minerais. Então ele me passou algumas dicas e adaptações para meu cardápio do dia. É capaz de hoje eu ir no mercado atrás das coisas que faltam para montar o cardápio desta dieta. Basicamente vou incluir um pouco mais de proteína nas minhas refeições no lugar de de pães e massas.

Tenho dificuldade de me focar no que realmente importa e sempre sou distraído pelas coisas erradas da vida, mas nesse caso é importante eu ir atrás da minha saúde e física e mental para ter uma vida melhor.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Alguns dias sem internet (fixa)

No último fina de semana choveu forte na região onde eu moro e aconteceu o que mais um dependente de sites de gatinho teme: acabou a internet. Depois de um trovão forte perto de casa a energia deu uma piscada e o modem parou de funcionar. Achei de imediato que por causa do pico a internet desligou e logo a conexão voltava ao normal, porém nem ela e nem o telefone fixo (sim ainda existe) que usam a mesma rede não voltaram a funcionar.

Inicialmente liguei para o provedor, que tentou restabelecer a conexão via reiniciar produto e outros comandos lá e nada. Só depois de um dia que minha família descobriu que a chuva tinha ferrado com a infraestrutura deles tudo e tinha diversos técnicos rodando a cidade substituindo peças danificadas dos postes por onde caminhava o sinal deles.



Depois que um técnico passou e reparou o poste perto de casa achei que finalmente minha abstinência iria acabar, porém só voltou o sinal do telefone fixo, a internet não veio. Achamos que o sinal da internet iria voltar logo em seguida, mas passou um tempo e nada dela voltar. Ligamos para o provedor novamente e realizamos todos os testes que pediram, até ligar o modem diretamente em um notebook para ver se o problema era do roteador, mas nada adiantou, continuávamos sem internet. Então ficou determinado que um técnico iria passar em casa hoje para ver se precisará trocar o modem ou que outro reparo precisará ser feito.

Bem estou desde sábado de tarde (hoje é terça, hora do almoço) e passei esse tempo se internet fixa, dependendo exclusivamente da minha internet móvel, isso me salvou de ficar 100% desconectado e sofrer de abstinência total do mundo online, porém nesse tempo tive que mudar a forma que uso a internet pois agora eu tenho a franquia de uso contada.

Tendo a internet limitada eu consegui ver alguns pontos positivos, como por exemplo, eu aproveitei mais para consumir mais conteúdos de texto, passei mais tempo de notícias, reviews de produtos novos, livros, e fora isso eu consegui também ouvir um pouco mais de música (dentro do meu plano tem um app de música que não consome dados), e fiquei um pouco mais participativo em redes sociais como o twitter, que no geral eu mais leio do que escrevo. Com o maior uso destes meios de entretenimento me deu a sensação do tempo estar passando mais devagar ou sendo melhor aproveitado, acredito que por serem atividades que requerem que eu seja mais proativo que apenas ficar olhando uma tela passando imagens e reproduzindo sons.

Bem, acabaram de ligar de casa e o técnico já acho a solução pro problema de internet de casa. Quando chegar em casa vai estar tudo normalizado, creio eu. É muito provável que eu volte a usar a internet mais para ver vídeos do que leitura, mas espero que com essa abertura que a limitação me deu de redescobrir os outros usos me permitam variar mais no que fazer online e offline.

sábado, 4 de novembro de 2017

Ansiedade na espera do novo console

Fiquei um bom tempo sem postar nada no meu blog, pensei em reativa-lo focando em algum assunto da minha vida. Não que isso seja importante para as outras pessoas, mas preciso ter onde postar algo da minha vida, como um diário aberto.

Desde muito tempo eu não tive um vídeo-game, hoje chamado apenas de console, desde o meu super nintendo eu fiquei no mundo dos PCs e jogos do mesmo, não muito profundamente, mas o que eu conseguia rodar de jogos nos aparelhos que eu tinha. Cheguei a jogar um pouquíssimas num PS3 e PS4 de uns primos meus nesse meio caminho, mas o meu principal aparelho de jogos era no PC.

Atualmente estou com um notebook que tem até que um bom poder gráfico, mas não consegue rodar os jogos atuais de forma decente mesmo nos gráficos mais simples. Então pesquisei inicialmente o preço de peças para um PCs Master Race e o mais em conta e que eu queria montar ficaria por volta de R$ 3.000 de forma bruta, mas teria que gastar com mais um ou outro acessório o que tornaria a compra muita cara, que não tem PC é muito caro começar um PC gamer minimamente interessante hoje em dia.

Uma imagem de diversos consoles com rostos.


Então resolvi voltar meus olhos para os consoles, que no geral estão custando R$1.200 a R$ 2.000, a televisão que tenho em casa já é compatível com os aparelhos e tem muitos jogos que foram lançados nos primeiros anos que estão com boas promoções.

Apesar de gostar da Nintendo e o último console que eu tive era da empresa, e esse ano ter lançado bons exclusivos para o console novo, não me senti atraído em ter o aparelho da empresa. Ela ainda sofre muita resistência das third party em levar jogos para a empresa. Talvez isso mude no futuro, mas sua biblioteca de jogos ainda é pequena. Mas claro se lançarem um jogo principal de pokemon para o aparelho eu serei obrigado a compra-lo no futuro.

Então foquei os olhos nos outros dois consoles, Xbox One S e PlayStation 4 Slim, no geral são bem equivalentes em poder e suporte das third party. O Playstation tem sim mais exclusivos que o Xbox, mas no geral são poucos os que me interessaram (Bloodborn e Last of us) lançados até o momento.

Mas no fim acabei escolhendo comprar um Xbox One S, para ser meu novo console em anos. No geral minha escolha se deve aos serviços que a Microsoft embutiu no seu aparelho. Apesar do lado ruim dos consoles da atual geração ter que pagar para as partidas online, gostei da possibilidade de receber 4 jogos por mês que ficam atrelados na minha conta e com a retrocompatibilidade permitindo jogar jogos antigos e possivelmente me deixando leva-los para a nova geração me cativou a possibilidade de ter uma biblioteca de jogos que vai me acompanhar a vida toda e sempre aumentando.

Falam muito bem da rede online da empresa que tem a conexão mais estável e o download de conteúdo digital mais rápido, isso pode variar de pessoa para pessoa mas achei um ponto positivo para a escolha. Vi que muitos falam mal do controle precisar de pilhas para jogar, mas a pilha recarregável é muito mais seguro e permite uma melhor durabilidade do controle e muito melhor só trocar a pilha quando estiver fraca (claro que usando pilhas recarregáveis) do que ficar conectando cabo no controle.

Bem hoje estou no aguardo do console chegar para ter as primeiras impressões e ver como é ter um aparelho da atual geração e tudo que é possível fazer com o mesmo, explorando suas usabilidades e possibilidades.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Quantos Smartphones cada empresa lançou

Olá, aproveitando os momentos de tédio que tive nas festas de fim de ano para contar quantos aparelhos de Smartphone que as empresas que atuam no Brasil lançaram em 2016.

Tá eu sei que é algo idiota para se fazer no fim do ano quando se poderia estar descansando ou jogando algum jogo na Steam, mas eu fiquei curioso de verdade em saber quantos aparelhos cada empresa lançou no país. A ideia inicial era saber se a Samsung continuou lançando tantos aparelhos assim ou se agora ela ficou mais moderada e saber se as outras estão muito atrás dela.

Resultado de imagem para smartphone

Para quem não quer perder muito tempo, aqui está o resumo que fiz:

Empresa         Lançamentos
Samsung 13
Lenovo/Motorola 9
LG 8
ASUS 7
Multlaser 7
Positivo 7
Sony 6
Alcatel 5
Apple 3
DL 3
Mirage 3
Quantum 3
Vi 2
TP-Link 2

Agora para quem quer saber detalhadamente como fiz a contagem segue adiante.